Publicado por: Breno B | 9 abril, 2007

Gulero e Badauê

Até parece nome de jogador de futebol mas Gulero e Badauê são dois restaurantes de Juquehy, daqueles que não deixam nada a desejar aos badalados bistrôs da Vila Madalena. Mas as semelhanças entre eles param por aí e dá lugar às diferentes propostas de cada um.

O Gulero tem ares de sofisticação e um cardápio internacional, que casa a francesa com a brasileira mas flerta até com uma tailandesinha. E pra quem acha esse casamento monótono, a casa renova o menu a cada dois meses, sempre sob a responsabilidade do chef Ricardo Ken que está de volta após um ano no restaurante Mangal das Garças de Belém. O casarão que hospeda o restaurante é um dos mais antigos de Juquehy, estrategicamente localizado em frete à igrejinha da praia, recebendo tanto freqüentadores dispostos a confessar o pecado da gula quanto os de passagem para uma caminhada noturna nas “areias cantantes” (tradução indígena de Juquehy).

gulero.jpg

Já o Badauê, inaugurado em 2003, possui uma atmosfera mais jovem. Com tendas montadas na praia e uma churrasqueira pra gaúcho nenhum botar defeito, o cardápio vem recheado das mais variadas robatas. De mignon à lula com shimeji, o resultado é assim uma… simplicidade sofisticada. A cozinha tem no comando a pequena grande Val, a qual eu já tive o prazer de confiar a preparação e montagem do cardápio de uma festa aqui em casa. Detalhe para o deck em cima da areia e a iluminação noturna da praia.

Com Gulero e Badauê, não tem erro. É gol de placa!


Responses

  1. Breno,

    Fiquei curioso, assim que der para passar um tempo no Brasil vou passar lé e depois te conto o que achei. Gostei de mudarem o cardápio a cada 2 meses.

    Ah, coloquei o link do Vem comigo lá no A Janela Laranja.

    Abs!
    Marcio

  2. Breno, o Badauê foi a minha primeira surpresa positiva de Juqueí. Quando foi que abriu? Há três, quatro anos? Pois quando eu peguei uma mesa ali no deck (o dia tava meio nublado, então não aproveitei o serviço de praia), saquei o ambiente e vi o cardápio, percebi que talvez que tivesse que rever os meus conceitos juqueianos. (Hoje eu acho a praia mais civilizada do litoral norte.)

  3. Ricardo,

    Além de ser um frequentador assíduo do Badauê, ainda tive o prazer de passar meu reveillon 2006/07 lá. Perfeito! Sou suspeito em falar sobre a chef Val, que me faz sair de lá estourando.

    É uma pena que os preços das hospedagens de final de ano por lá sejam proibitivos o que, por outro lado, mantém sob controle a população flutuante.

    Acho que Juquehy mudou muito nos últimos anos e, apesar de civilizada, mantém a mistura “Camburí-Baleia” que considero ideal.


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