Publicado por: Breno B | 9 junho, 2007

Más Viños

E quando tudo parecia púrpura e alcoólico suficiente por aqui, eis que bate uma saudade dos aromas, dos sabores e dos momentos únicos que uma taça de vinho entre amigos proporciona. Diante da nostalgia, a cura: Concha y Toro, a maior produtora de vinhos chilenos na atualidade.

Localizada no Vale del Maipo e provida de vinhedos que fazem divisa com o céu na linha do horizonte, a vinícola possui uma interessante história que data do século passado, onde todo o país era altamente influenciado pela cultura e arquitetura européias. Como não podia deixar de ser, o lugar é estonteante, ainda que os vinhedos estejam com folhas secas e sem uvas nessa época do ano.

Diferentemente das vinícolas visitadas ontem, a Concha y Toro é claramente voltada ao mercado de massa, reservando apenas um vinho como ícone da excelência atingida pela vinícola. Apesar de possuir uma extensa linha de vinhos, o “santo graal” chama-se Don Melchor.

Após degustar o vinho mais famoso e difundido da vinícola, Casillero Del Diablo, o guia leva os visitantes para conhecer o local onde descansam as barricas de Don Melchor. O local, que também dá nome ao vinho Casillero Del Diablo, mantém a temperatura e umidade naturalmente, enquanto que nas outras vinícolas essas variáveis são manipuladas. Logo na entrada percebe-se a mistura de ar úmido e mofo. Depois de alguma explicações, somos trancados no escuro para descobrirmos o por quê do nome do local. Quem quiser arriscar esse por quê deixe um comentário…

O tour acaba com a degustação do Don Melchor e deixa os visitantes na entrada da lojinha com água na boca. Não resisti e levei minha cota de duas garrafas de Don Melchor para o hotel.

Nossa parada para o almoço foi na vinícola Santa Rita, conhecida pelos vinhos baratos de supermercado no Brasil. É claro que a vinícola possui vinhos de grande qualidade, haja visto que é dona da Viña Carmen, produtora de belos exemplares chilenos. Uma costela de porco depois (muita carne e pouco tempero) e algumas garrafas de vinho, acabamos perdendo o horário do tour. Deixa para a próxima…

O meu saldo no “wine tour” de dois dias foi: dois Montes Alpha Syrah, dois Montes Alpha Chardonnay, um Borobo e dois Don Melchor Cabernet. Minha preocupação no momento é a proibição absurda imposta pelos americanos paranóicos de levar líquidos como bagagem de mão. Ô preocupação boa hein?


Responses

  1. Minha esposa curte um Montes Alpha. Ela adora vinhos, eu entendo quase nada.

  2. Eu estoy de acuerdo. Agora cuando voy a Galicia não puedo comprar “albariño” y llevarlo a casa.
    Si algún loco quiere matar, siempre puede hacerlo. Estamos siempre expuestos, porque nos gusta vivir la normalidad. Vivir tranquilos, algunos podemos más que otros, pero isso é así.

    Me gusta el enfoque que haces de las cosas y de las fotos que acompañan muy bien al texto.
    Ate logo.


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